Implantação por fases

Modernização da central 192 com transição controlada.

O caminho de implantação precisa proteger a continuidade do serviço, respeitar o legado e validar cada frente antes de ampliar o uso em produção.

Plano de transição

A implantação deve reduzir risco, não criar uma virada cega.

Cada etapa é definida com responsáveis, ambiente de homologação, critérios de aceite e plano de suporte para operação, TI e gestão.

1 Diagnóstico da operação

Fluxos, papéis, telefonia, bases, relatórios, integrações, infraestrutura e pontos que não podem parar.

2 Homologação controlada

Validação de usuários, chamadas, chamados, despacho, permissões, dados e relatórios antes da entrada em produção.

3 Entrada por frente

Central, telefonia, campo, hospitalar ou BI entram conforme prioridade, contrato, rede e risco operacional.

4 Operação assistida

Acompanhamento próximo, suporte técnico, registros (logs), testes de validação de versão, melhoria contínua e comunicação das atualizações.

Controle de risco

A implantação precisa ser clara para a gestão e executável para a operação.

Antes de falar em agenda, a Inova separa dependências técnicas, riscos da virada, responsáveis e evidências mínimas para liberar cada frente.

Solicitar diagnóstico de implantação
Continuidade do 192

O planejamento identifica o que não pode parar, como telefonia, atendimento, regulação, despacho e suporte.

Entrada por prioridade

A ordem das frentes considera risco operacional, maturidade da equipe, contrato, infraestrutura e dados disponíveis.

Critérios de aceite

Cada fase precisa ter homologação, responsáveis, evidências de funcionamento e plano de retorno quando necessário.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre implantação por fases.

Continuidade do 192, coexistência com legado e ordem das frentes de entrada.

Como a Inova implanta o SAU 360 sem parar o 192?

Por fases: diagnóstico da operação, homologação controlada, entrada por frente prioritária e operação assistida — com critérios de aceite e plano de retorno quando necessário.

Dá para manter o sistema legado durante a transição?

Sim. A estratégia prevê coexistência entre legado, intermediário e cloud, reduzindo o risco de uma virada única e irreversível.

Por qual frente a implantação costuma começar?

Depende do risco e da maturidade: central/regulação, telefonia, campo, hospitalar, BI ou migração de dados. O diagnóstico define a ordem com a equipe do órgão.

O que a Inova precisa para um diagnóstico de implantação?

Fluxos e papéis, telefonia, bases e relatórios, integrações, infraestrutura, restrições de rede e o que não pode parar. O formulário de implantação por fases coleta esse contexto.

Diagnóstico de implantação

Solicitar diagnóstico de implantação por fases

Informe o cenário da central para avaliar prioridade de entrada, legado, telefonia, homologação, treinamento e operação assistida.

Diagnóstico de transição

A Inova identifica legado, integrações, telefonia, rede, perfis de usuário, dados e pontos críticos de continuidade.

Sequência por fase

O retorno organiza uma proposta de entrada por frente: central, telefonia, campo, hospitalar, BI ou migração.

Plano de homologação

A conversa define critérios de aceite, participantes, ambiente de teste, treinamento e operação assistida.

Recebimento Sua mensagem chega direto à equipe comercial da Inova.

As informações abaixo ajudam a organizar riscos, responsáveis e fases de transição.

Inova Comunicações

Central de chamados

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Não inclua senhas, dados de pacientes ou outras informações sensíveis.