Telefonia 192

Voz é componente crítico da operação de urgência.

Quando a telefonia fica fora da ficha, a central perde contexto. O SAU 360 trata fila, ramal, WebRTC, SIP, PBXIP, gravação e evento de chamada como parte do fluxo operacional.

375.025 ligações em fila registradas em 2026: Telefonia e atendimento acompanhados dentro do fluxo operacional da central. Base de metadados agregados de operação real, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
WebRTC/SIP Softphone, ramal, tokens de contexto e diagnóstico de mídia no desenho do produto.
PBXIP + ocorrência Fila, transferência, gravação e eventos precisam conversar com atendimento e regulação.
Telefonia integrada

A avaliação técnica muda quando a telefonia faz parte do fluxo.

A avaliação de telefonia 192 precisa considerar áudio, fila, NAT, WebRTC, SIP, gravação, evento de chamada, suporte e fluxo operacional no mesmo desenho.

Chamada 192

A ligação precisa entrar em fila, usuário, ramal e contexto operacional identificável.

Ficha e evento

O atendimento não pode perder vínculo entre chamada, ocorrência, transferência, gravação e histórico.

TARM, médico e rádio

Transferência, estacionamento, pickup e retorno precisam manter o contexto da ocorrência.

Diagnóstico de mídia

Rede restrita, NAT, RTP, WebRTC, SIP e áudio exigem observabilidade técnica e processo de diagnóstico.

Capacidades PBXIP

O que precisa estar no pacote técnico da central.

Em central de urgência, telefonia não é acessório. Ela precisa conversar com a ficha, com o usuário, com a fila, com o médico e com a operação de suporte. O PBXIP é a camada que permite tratar voz como parte do produto.

Softphone WebRTC/SIP no navegador e nos clientes operacionais.
Filas, ramais, estacionamento, pickup e transferência.
Integração com Asterisk/AMI e eventos de chamada.
Tokens de ramal por contexto e renovação controlada.
Rotas de mídia para redes restritas e suporte a cloud/on-prem.
Healthcheck e observabilidade operacional.
Critérios técnicos

Telefonia integrada melhora rastreabilidade e diagnóstico operacional.

O PBXIP pode ser avaliado como modernização 192: preservar contexto, auditar eventos, diagnosticar falhas e sustentar implantação.

O atendente não deve alternar entre PABX, ficha, rádio e planilha para entender uma chamada.

O médico regulador precisa receber contexto, histórico e transferência sem perda operacional.

A TI precisa enxergar falha de rede, mídia e autenticação com evidência suficiente para agir.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre telefonia 192 e PBXIP.

Integração à ocorrência, critérios de avaliação e onde aprofundar o módulo técnico.

O que é telefonia 192 integrada no SAU 360?

É tratar fila, ramal, WebRTC/SIP, PBXIP, gravação e evento de chamada como parte da ocorrência — e não como PABX isolado da ficha de atendimento.

A Inova entrega PBXIP próprio ou só integra PABX de terceiros?

A plataforma inclui PBXIP e softphone no desenho do produto, com eventos ligados a TARM, médico, rádio e chat por chamado, além de caminho de diagnóstico de mídia e rede.

Como avaliar se a telefonia da central está adequada?

Verifique se a chamada mantém contexto na transferência, se há gravação e auditoria, se NAT/WebRTC/SIP são observáveis e se a TI consegue diagnosticar falha de áudio com evidência.

Onde ver o módulo técnico de telefonia?

Em /solucoes/telefonia-pbxip (capacidades do módulo) e em /telefonia-192-pbxip (página de avaliação da voz na operação 192).

Demonstração técnica

Telefonia 192 precisa ser demonstrada com chamada, fila, usuário e ocorrência.

A avaliação certa olha fluxo de voz, rede, ramais, gravação, suporte e integração com regulação.

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