APIs distribuídas, eventos, TLS e dados replicados

Hospedagem e Alta Disponibilidade

Central de urgência é ambiente crítico: não pode parar, não pode perder dado e não pode mostrar telas divergentes para operadores diferentes. A Inova combina múltiplas instâncias de API, cache de sessão, fila de eventos e replicação entre o ambiente local do cliente e a nuvem para preservar continuidade. A mesma ação feita em uma sessão precisa ser propagada para as demais telas críticas, como listas de chamados, equipes, status e telefonia.

Capacidades

O módulo em termos operacionais.

Sem abstração genérica: estes são os blocos que a equipe, a gestão e a TI precisam enxergar.

Três instâncias de API para distribuir carga e reduzir ponto único de falha da camada de aplicação.
Cache de sessão para manter autenticação e estado operacional consistentes entre instâncias.
Fila de eventos para propagar mudanças de chamados, equipes, telefonia e listas vivas da central.
TLS nas conexões entre serviços e banco de dados, validado por CA interna.
Discos e acervos protegidos por criptografia em repouso, com acesso auditável.
Replicação contínua entre o ambiente local do cliente (on-premise) e a nuvem (AWS), transparente para a operação.
Modelo de implantação flexível: on-premise, nuvem ou híbrido, conforme exigência do órgão.
Atualização por pipeline controlado, com validação antes de promover mudança para ambiente crítico.
Por que a Inova consegue entregar

Capacidade sustentada pelos projetos ativos da Inova.

A página apresenta capacidades técnicas sustentadas pela operação e pelos projetos ativos da Inova, mantendo detalhes sensíveis fora do site.

A arquitetura recente do SAU trabalha com múltiplas APIs, cache de sessão e eventos distribuídos para evitar que uma atualização fique presa em uma instância.

As conexões com banco em SAU, PBXIP, SICO Server e componentes legados foram reforçadas com TLS validado por CA interna.

O modelo suporta on-premise, nuvem ou híbrido, escolhido conforme a exigência do órgão e a criticidade da operação, com acervo histórico e backups criptografados.

Como avaliar e implantar

A avaliação técnica começa no fluxo real da central.

1 Mapear operação atual

Quem atende, quem regula, quem despacha, quais sistemas existem e onde a informação se perde.

2 Escolher entrada segura

O módulo pode entrar por central, campo, telefonia, BI, hospitalar ou implantação assistida.

3 Homologar com cenário real

Chamadas, usuários, mapas, fichas, relatórios e integrações são validados antes de go-live.

4 Evoluir continuamente

Atualizações documentadas, validação prévia, suporte e histórico público transformam melhoria técnica em confiança institucional.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre Hospedagem e Alta Disponibilidade.

Respostas objetivas para citação em avaliações técnicas e mecanismos de resposta.

Como a Inova trata alta disponibilidade do SAU?

Com arquitetura distribuída: múltiplas APIs, cache de sessão, fila de eventos, TLS entre serviços e opções de nuvem, on-premise ou híbrido conforme rede e soberania.

Dados sensíveis ficam expostos no site?

Não. Comunicação pública usa agregados e telas tarjadas. Criptografia em trânsito e em repouso faz parte do desenho de segurança da plataforma.

Demonstração orientada a problema

Mostre o seu fluxo atual. A Inova mostra onde o SAU 360 reduz atrito.

A demonstração pode focar neste módulo ou cobrir toda a operação 192: atendimento, regulação, telefonia, campo, hospitalar, BI, telemetria, comunicação e implantação.

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Conte o que está acontecendo

Não inclua senhas, dados de pacientes ou outras informações sensíveis.