Acervo histórico de gravações das chamadas 192 em armazenamento de longo prazo, com busca por data e trilha de acesso auditável. A janela de retenção é definida com cada órgão.
Indicadores agregados de operação 192 para avaliação técnica.
Esta página resume histórico acumulado e métricas recentes para apoiar gestores, equipes técnicas e áreas de planejamento, sem expor dados pessoais, conteúdo clínico, gravações ou detalhes sensíveis.
Base real para avaliar sustentação, suporte e evolução.
A operação não se mede apenas pelo mês corrente. O histórico mostra volume acumulado, acervo de áudio, rastreabilidade de campo e base suficiente para auditoria, BI e continuidade.
Cada ligação em fila é gravada e fica pesquisável por período, com reprodução controlada por permissão e registro de quem acessou.
Leitura técnica em 28 de junho de 2026 a partir de metadados agregados de operação. Números arredondados para comunicação pública. A retenção de áudio e dados depende da política definida com cada cliente.
Escala operacional exige produto, suporte e governança.
Estes indicadores não substituem auditoria contratual ou validação formal, mas ajudam a dimensionar volume, telefonia, regulação, campo, áudios e histórico operacional.
Volume agregado de atendimento 192 em operação real. Base de metadados agregados, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
Recorte recente para demonstrar continuidade de uso e sustentação operacional. Base de metadados agregados de operação real, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
Decisões clínicas e operacionais registradas com histórico auditável. Base de metadados agregados de operação real, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
Telefonia e atendimento acompanhados dentro do fluxo operacional da central. Base de metadados agregados de operação real, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
Mudanças de status, deslocamento e execução de campo auditáveis. Base de metadados agregados de operação real, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
Base agregada de chamadas e eventos de voz para auditoria, BI e continuidade. Metadados agregados de operação real, referência 28/06/2026, sem dado pessoal.
A interface real, não uma simulação.
Métrica mostra escala; a tela mostra profundidade. Estas são telas reais da operação 192, com dados sensíveis tarjados.
Comparar uma central exige critério operacional.
A prova operacional não substitui levantamento formal. Ela organiza perguntas objetivas para gestor, operação e TI verificarem aderência, volume, risco e prioridade.
Solicitar leitura da minha centralChamadas, chamados, regulações e filas precisam ser lidos como volume operacional, não apenas como números isolados.
A comparação deve observar voz, ficha, decisão médica, despacho, equipe, destino e histórico no mesmo processo.
A leitura precisa separar evidência pública, avaliação técnica, requisitos do órgão e dados que não podem ser expostos.
Perguntas sobre a prova operacional.
O que os indicadores significam, o que não substituem e como pedir leitura da sua central.
O que é a prova operacional do SAU 360?
É a publicação de indicadores agregados de operação 192 (histórico e recorte recente) para avaliação técnica de escala, rastreabilidade e sustentação — sem dado pessoal, gravação identificável ou conteúdo clínico.
Os números da prova são de demo ou de operação real?
São metadados agregados de operação real, arredondados para comunicação pública. A leitura de referência publicada é 28 de junho de 2026; retenção de áudio e dados depende da política de cada cliente.
A prova substitui auditoria ou edital?
Não. Organiza critérios e evidência pública para gestores e TI. Auditoria contratual, levantamento formal e requisitos do órgão continuam necessários.
Como pedir leitura da minha central?
Use o formulário em /prova-operacional com volume aproximado, sistemas atuais e o que precisa ser comparado (fila, regulação, campo, BI, telefonia), sem enviar dados sensíveis.
Solicitar leitura da prova operacional
Envie o contexto da central para uma avaliação objetiva de volume, telefonia, regulação, campo, BI e riscos de implantação.
A Inova entende volume, telefonia, regulação, campo, relatórios e limitações do ambiente informado.
A resposta separa o que é indicador público, o que precisa ser validado com a central e quais riscos merecem atenção.
O retorno pode apontar demonstração, diagnóstico de implantação ou aprofundamento por módulo, conforme a maturidade da central.
A diferença técnica está na integração operacional.
Em centrais 192, a avaliação precisa considerar como voz, ficha, regulação, campo, hospital, BI e suporte trabalham dentro do mesmo fluxo.
Volume sustentado
A operação processa chamadas, chamados, regulações e eventos em escala relevante para avaliação de produto.
Rastreabilidade
A ocorrência acumula histórico, decisão médica, despacho, equipe, telefonia, anexos e auditoria em trilha operacional.
Dados sem exposição
A comunicação pública usa métricas agregadas. Dados pessoais, conteúdo clínico e detalhes sensíveis ficam fora do site.
Base para evolução
Cada métrica vira insumo para suporte, BI, melhoria de fluxo, treinamento e priorização de produto.
O que precisa aparecer para gestor, operação e TI.
TARM, médico regulador, rádio operação, enfermagem, histórico e despacho no mesmo fluxo.
PBXIP, Asterisk, AMI, filas, gravações, estacionamento, WebRTC/SIP e ramais por contexto de atendimento.
Apps de equipes e população com GPS, status, chat, mídia, ficha digital e sincronização com a central.
Mapas operacionais, GPS de equipes e viaturas, telemetria, playback de trajeto, alertas e histórico de deslocamento por período.
Vídeo georreferenciado na cabine e na área de atendimento, alertas de fadiga e retenção auditável de mídia.
Auditoria de ocorrência, áudios, logs, relatórios, telemedicina, bandeiramento hospitalar e indicadores de gestão.
Ambiente cloud, on-premise ou híbrido com APIs distribuídas, cache de sessão, eventos compartilhados e validação contínua.
Da evidência para a decisão técnica.
IA para defesa cibernética Revisão de aplicações e infraestrutura com OpenAI Daybreak Blue.
Escopo autorizado, validação humana, priorização de risco e plano de remediação com evidências.
Migração assistida Legado, intermediário e cloud trabalhando por fase.
A central pode evoluir sem concentrar risco em uma virada única e irreversível.
Segurança e disponibilidade Arquitetura distribuída, eventos compartilhados e criptografia.
Múltiplas instâncias de API, cache de sessão, fila de eventos e TLS entre serviços sustentam continuidade.
Telefonia 192 Voz, WebRTC, SIP e PBXIP como parte do produto.
Fila, ramal, áudio, gravação, eventos e diagnóstico ligados à ocorrência.
Comparativo de mercado Panorama público de soluções para centrais 192.
Leitura comparativa por categoria de solução: SAMU, SaaS, pré-hospitalar, protocolos e integração operacional.
Cases e frentes Frentes de evolução com impacto operacional.
Telefonia cloud, SAU-Web, hospitalar, apps e operação assistida organizados para avaliação técnica.