Inova recebe aprovação de acesso ao OpenAI Daybreak Blue
A capacidade defensiva baseada no GPT-5.6 Sol passa a apoiar revisões autorizadas de aplicações e infraestrutura, com validação humana e plano de remediação.
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A capacidade defensiva baseada no GPT-5.6 Sol passa a apoiar revisões autorizadas de aplicações e infraestrutura, com validação humana e plano de remediação.
O SAU passa a habilitar 56 ferramentas do catálogo JC181 para rastreadores físicos. A atualização inclui consulta integral de parâmetros e mantém motivo e confirmação explícitos para operações críticas.
O simulador JC181 do SAU passou a oferecer o catálogo completo de ferramentas, com formulários de parâmetros, consultas JT/T 808 completas e seletivas e histórico estruturado das solicitações.
O relatório de capacidade do SAU ganhou um seletor de ano na seção de saídas. Ao escolher o período, a tabela exibe os registros correspondentes ao ano selecionado. As seis subabas também passaram a contar com ícones específicos para facilitar a orientação visual.
O relatório de capacidade do SAU passa a separar Resumo, Série anual, Frota atual, Manutenções, Saídas e Cobertura em subabas próprias. O Resumo permanece como painel inicial, enquanto as tabelas do relatório ficam distribuídas nas seções correspondentes.
O quadro de filtros da aba GPS recebeu espaçamento superior de 16 px e cantos retos, mantendo os nove filtros existentes. A validação registrada incluiu temas claro e escuro e largura de 390 px sem overflow horizontal.
O SAU passa a habilitar sete consultas JT/T 808 para rastreadores JC181, incluindo ICCID, versões de hardware e firmware, estado operacional, fuso horário e hodômetro. As consultas foram organizadas para retornar informações específicas sem alterar a configuração do equipamento.
O SAU passou a reunir rastreadores de Produção e Homologação na mesma listagem, com identificação visual do ambiente e prioridade para o ambiente atual. O bootstrap por SMS também considera o ambiente associado ao rastreador selecionado.
A gestão de rastreadores do SAU reúne os dois ambientes na listagem, identifica cada equipamento e permite abrir suas ferramentas a partir do histórico quando há cadastro de gerenciamento.
O gerenciamento de rastreadores do SAU passa a listar e registrar consultas de propriedades do terminal e de posição atual, com acompanhamento do status e histórico das respostas.
O checklist do SAU seleciona a maior leitura válida entre rastreador, cadastro da viatura e registro anterior, identifica a fonte do valor e impede um quilômetro inicial inferior ao último registro.
O OS Web passa a contar com uma tela de auditoria no gerenciamento do sistema. Usuários autorizados podem consultar registros por usuário, ação, entidade e data e abrir os detalhes das alterações registradas.
O gateway do SAU passou a reconhecer rastreadores ativos previamente cadastrados e autorizá-los automaticamente quando realizam a primeira conexão.
A Rádio Operação do SAU mantém visíveis os rastreadores associados a viaturas sem base cadastrada e sinaliza essa condição no resumo e na identificação da viatura. O filtro por estado permanece aplicado quando essa informação está disponível.
O SAU passou a organizar consultas SQL concorrentes com limite de execução e fila de espera. A atualização também reaproveita temporariamente as estatísticas de ligações de médicos em plantão durante requisições simultâneas.
A Rádio Operação passa a contar com uma área administrativa para cadastrar rastreadores, vincular viaturas e enviar comandos de configuração por SMS.
O relatório de Tempos passa a incluir profissionais, ocorrências, quantidade de atos e tempo médio de contrarregulação em uma categoria própria.
O relatório Profissional/Equipe do SAU passa a tratar a contrarregulação como papel próprio, com identificação do profissional, contagem de ocorrências, total de contrarregulações e tempo associado. A dimensão também pode ser consultada no Top 10, na tabela e na exportação.
A aba VTR do SAU passa a oferecer uma janela de detalhe com mapa do trajeto e histórico de eventos de um rastreador embarcado. A consulta inclui filtros por categoria, resumo operacional, paginação e seleção de período de até 31 dias.
A aba VTR e o mapa de rastreadores do SAU passam a aplicar um filtro de origem do gateway, exibindo dispositivos aprovados e ativos associados ao projeto do produto.
O relatório Profissional/Equipe do SAU passa a informar quantas ocorrências ultrapassaram o dobro da média de cada indicador no período. A tela também apresenta um Top 10 por ocorrências para TARM, Médico, Operador ou Equipe, e as exportações em CSV e Excel incluem as novas contagens.
O SAU passa a enviar à Rádio Operação as novas transições de alarmes dos rastreadores, vinculadas às viaturas e às equipes acompanhadas no painel.
A tabela de VTR do SAU passou a preservar larguras mínimas para colunas e cabeçalhos, mantendo os títulos em uma única linha em telas estreitas.
O relatório de Tempos agora mostra quatro intervalos por ocorrência após a chegada no local e o retorno à base como métrica por equipe.
O OS Web passa a registrar eventos de criação de ordens de serviço com dados da ação, do usuário e da ordem. A consulta dos registros é protegida por autenticação e permissão administrativa específica.
O SAU passou a apresentar, no painel de Dispositivos e no mapa VTR, informações de telemetria dos rastreadores embarcados, como ignição, bateria, sinal, satélites e alarmes. Os dados dos protocolos GT06 e JT/T 808 são reunidos em um formato comum, com distinção entre ausência de informação e valor efetivamente registrado.
O SAU passa a registrar, após a resolução do terminal, o IMEI cadastrado e o identificador associado ao equipamento tanto no diário operacional quanto na fila de eventos. A resolução ocorre em memória, sem consulta ao banco durante a recepção.
O mapa VTR do SAU passa a localizar e identificar viaturas a partir do rastreador embarcado vinculado ao veículo, sem depender da formação de uma equipe. A visualização mantém a escala temporal dos mapas de GPS e aplica filtro por UF.
O rastreamento embarcado do SAU passa a interpretar o JT/T 808 usado pelo JC181 e a processar posições individuais e acumuladas.
O relatório de médias mensais do SAU passa a permitir filtros opcionalmente definidos por duração mínima e máxima do TRT, em minutos. As ocorrências fora da faixa não entram na agregação, e o recorte é identificado nos resultados e nas exportações.
As leituras de média, série mensal e outros relatórios da AET passam a reaproveitar respostas por até 10 minutos. A consulta de Tempos também usa uma única varredura para calcular as métricas do período.
A distribuição de tempos do AET passa a ser lida a partir da consolidação diária. A medição registrada no desenvolvimento caiu de 3.919 ms para 915 ms, com resultado idêntico ao cálculo anterior na conferência de 11.207 grupos e 2.376.869 amostras. As telas também informam os horários de fechamento dos indicadores.
A versão 2.51 do SAU exibe o ícone da viatura com 100 pontos na tela Rotas. O ajuste torna distinguíveis os principais elementos da representação da viatura sobre o trajeto no mapa, mantendo a indicação visual de direção.
O OS Web passa a enviar avisos ao solicitante quando uma ordem entra em atendimento ou aguarda aceite. O técnico responsável também é notificado quando a ordem é marcada como não realizada, com o motivo registrado no fluxo.
O painel de Equipes do SAU agora permite pesquisar viaturas, consultar o rastreador associado e realizar o vínculo diretamente pela interface administrativa.
O SAU passou a guardar o frame bruto de cada transmissão recebida e a criar uma fila específica para alarmes, protocolos não mapeados e outros eventos que exigem tratamento.
O SAU passa a oferecer login por passkey na tela de entrada. Usuários podem informar e-mail ou matrícula e concluir a autenticação com biometria, PIN ou chave de segurança do dispositivo, quando o navegador oferecer suporte ao recurso.
O relatório de dados registrados do SAU passa a aceitar períodos superiores a 31 dias e datas informadas no padrão DD/MM/AAAA HH:mm, apresentado diretamente nos campos de início e fim da consulta.
O sistema SAU passa a contar com opção de perfil somente leitura para usuários do módulo hospitalar, além de bloquear a autoalteração de permissões pelo próprio operador.
O sistema de regulação de urgência e emergência SAU recebeu um recurso de mapeamento cartesiano em seu módulo de manutenção, permitindo o registro visual de vistorias em frotas do SAMU 192 por meio de diagramas interativos.
O aplicativo SAU adaptou a calculadora da Escala de Coma de Glasgow e a tela de registro de sinais vitais ao seu sistema de temas dinâmicos (claro e escuro). A atualização também substitui alertas nativos por diálogos padronizados e adiciona salvaguardas visuais para a operação do SAMU 192.
O sistema OS Web recebeu uma atualização na área de administração que permite o cadastro direto de novos usuários pelos administradores, além da unificação da tela de gerenciamento de perfis sob o nome de 'Usuários'.
O OS Web agora utiliza um sistema de convites individuais com links de uso único para o cadastro de novos usuários. A mudança elimina o tráfego de senhas temporárias e assegura a rastreabilidade das ordens de serviço.
O aplicativo SAU Equipes, voltado à regulação de urgência (SAMU 192), integrou as telas de login, entrada por PIN e alteração de senha ao seu sistema de temas dinâmicos. A atualização elimina cores estáticas e garante consistência visual desde o primeiro acesso.
O aplicativo SAU Equipes, utilizado na regulação de urgência e emergência do SAMU 192, teve a tela de checklist de equipamentos atualizada. A novidade inclui suporte completo a temas visuais dinâmicos e a introdução de rótulos de acessibilidade para leitores de tela nos seletores de estado dos itens.
O aplicativo SAU Equipes recebeu uma atualização que estende o suporte a temas visuais para a tela de mapas e indicadores de conectividade. A mudança introduz um estilo de mapa escuro para navegação noturna e adapta os alertas de precisão de GPS e status de rede.
O aplicativo SAU Equipes, voltado para a regulação de urgência e emergência do SAMU 192, recebeu atualizações visuais que integram texturas de fundo personalizadas e alinham a tela de inicialização e de carregamento ao tema ativo do dispositivo.
O sistema OS Web agora integra automaticamente os chamados abertos no portal, eliminando a necessidade de redigitação. A atualização traz um selo identificador na fila, exibe o nome real do solicitante no histórico e disponibiliza dados de contato diretamente no modal para os técnicos.
O sistema OS Web agora converte automaticamente chamados do portal público em ordens de serviço, trazendo identificação visual na fila e dados de contato completos no painel do técnico.
O sistema SAU agora conta com uma tela dedicada para gerenciar a matriz que vincula diagnósticos médicos às unidades de atendimento recomendadas. A funcionalidade apoia a tomada de decisão dos reguladores, permitindo que gestores configurem vigências e observações para cada indicação.
O aplicativo SAU Equipes recebeu atualizações que eliminam a espera por sinal de GPS no momento do login e adicionam feedbacks visuais claros sobre o status de localização e cálculo de rotas na tela de mapas.
Módulo de mensageria passa a operar com envio real supervisionado em ambiente adicional; disparo permanece manual e descadastro do cidadão é respeitado.
Quando o endereço de uma ocorrência em andamento era corrigido, o mapa da viatura mostrava o destino novo enquanto guiava a equipe pelo endereço antigo. Versão 2.39 descarta a rota obsoleta, recalcula a partir da posição atual e avisa o condutor.
Ao encerrar um atendimento, o SAU agora endereça o solicitante pelo primeiro nome na mensagem de WhatsApp, em vez da saudação genérica anterior. O sistema localiza o nome na ocorrência ou no cadastro do cidadão; chamadas anônimas mantêm o tratamento padrão.
Chamados originados no sistema legado chegavam ao aplicativo de campo sem coordenada de GPS válida, e nenhuma rota era exibida até o local do atendimento. O servidor do app agora converte o endereço do chamado em coordenada de destino, com restrição ao estado da ocorrência e recusa de correspondências parciais que poderiam desviar a equipe.
A listagem de usuários do SAU passa a aceitar filtros de unidade e intervalo de datas de cadastro, com validação no servidor e painel de filtros reformulado.
Bug de correspondência descartava ramais quando o identificador interno não batia com o número de discagem, deixando a telefonia presa em espera indefinida sem acionar fallback. Correção já aplicada amplia o critério de matching.
Permissão ausente no cadastro de um data center deixava rotas de configuração da URA restritas ao grupo de programação. Correção registra a permissão e adiciona verificação automática que alerta quando uma rota protegida fica sem porta de entrada.
Identificadores de ramal em formato legado (números com zeros à esquerda) sofriam coerção numérica e podiam casar com o ramal de outro usuário. Correção já aplicada força comparação textual; análise de impacto em todos os ambientes produtivos confirmou que nenhum ganho indevido ocorreu.
Divergência de collation no banco de dados causava erro intermitente na aba Áudios do Histórico e deixava 52 rotinas críticas a um passo de falhar. Correção de raiz recriou todas as rotinas e zerou o risco; paralelamente, correção de casamento de ramal encerrou travação do terminal de regulação médica de um usuário.
Plataforma passa a retornar mensagens diferentes para cada tipo de bloqueio de acesso. Antes, sessão não autenticada e falta de permissão produziam o mesmo erro, desviando a investigação para o lado errado.
Sistema de autenticação do SAU passou a tratar tentativas por conta de usuário e não mais por endereço de rede; rota de login por código de acesso agora tem verificação de bloqueio e auditoria. Mudanças eliminam travamentos coletivos em órgãos que compartilham conexão.
Sistema de proteção contra força bruta do SAU agora acompanha a conta do usuário em vez do endereço de rede ou do identificador digitado. Login por código de acesso ganhou trava e auditoria. Desafio de CPF passa a conferir contra o cadastro.
Plataforma passou a registrar no boot se as credenciais do serviço de mensageria estão configuradas, eliminando cenário em que ausência só era detectada na tentativa de envio.
Correção elimina comportamento em que o status do agente sobrescrevia a escolha do operador com um canal fixo, zerando a seleção a cada recarga da interface.
O módulo hospitalar do SAU passa a reconhecer perfis de acesso por slug canônico durante a edição de usuário, eliminando divergências que podiam impedir a identificação correta do perfil ao salvar.
Contas com CPF cadastrado agora precisam informar exatamente o documento do registro ao confirmar identidade após múltiplas tentativas. Migração de contas legadas sem CPF segue funcionando normalmente.
A pedido da operação, o SAU removeu da Visão Geral do AET os cards 'Encaminhadas à regulação' e 'Ocorrências despachadas', cuja nomenclatura podia induzir leitura equivocada. O indicador de destaque 'Encaminhamento à regulação (%)' permanece.
Autenticação do app SAU agora aplica as mesmas proteções do portal: mensagens uniformes contra enumeração de contas, recusa de identificadores ambíguos, auditoria unificada e gate explícito para token de desenvolvimento.
Correção já aplicada no login do aplicativo elimina respostas diferenciais que permitiam confirmar a existência de matrículas. Todas as tentativas agora seguem o mesmo padrão de auditoria do acesso web, e identificadores ambíguos passam a ser recusados.
Atualização do aplicativo móvel de equipes introduz obrigatoriedade de troca de senha para profissionais que usam o app em campo.
Mensagens de saída do WhatsApp agora passam pelo mesmo gate de opt-out do SMS. Cidadãos podem enviar PARE ou STOP pelo WhatsApp para cancelar envios, com registro unificado e comportamento fail-closed que alerta quando o bloqueio não pode ser confirmado.
Painel Core do SAU passa a contar com aba Voz/IA onde administradores escolhem o backend de processamento; sistema mantém áudio de saúde na infraestrutura local por padrão e só ativa nuvem com consentimento explícito, registrado e auditado.
Novo módulo permite envio de notificações por template aprovado pela Meta, com token de acesso isolado do painel de gestão e diagnóstico de configuração sem expor segredos. Entrega parcial de prova de conceito.
O módulo hospitalar do SAU passa a expor dados de situação das unidades — bandeiramento, pronto-socorro, ocupação de leitos e recursos — por meio de API REST versionada, com controle de acesso por chaves criptográficas, restrição de IP e documentação interativa. A camada é somente leitura e foi criada para atender demandas de integração com órgãos gestores de saúde.
A Inova organizou o caminho de compatibilidade com a RNDS a partir dos dados clínicos e administrativos já estruturados no SAU.
Integrações passam a usar chaves vinculadas à identidade e às permissões do proprietário, com validade e bloqueio aplicados em tempo real.
Mudanças de status do campo ganham uma ponte controlada entre a plataforma atual e os componentes legados ainda presentes na operação.
Ligações sem conclusão assistencial passam a aparecer em uma fila com origem, contexto, telefone validado e trilha de tratativa.
Primeiro acesso do usuário agora orienta e cobra configuração de perfil, TOTP ou passkey com prazo controlado.
A arquitetura passa a sustentar múltiplas instâncias de API, cache de sessão e fila de eventos para manter telas críticas sincronizadas.
Conexões com banco e serviços passaram a usar TLS validado por CA interna, somando proteção em trânsito à criptografia do armazenamento.
O fluxo clínico passa a registrar triagem de AVC, sedação, peso e diagnóstico codificado junto ao chamado e ao desfecho.
O painel Core reúne a produção por competência, aplica o mapeamento SIGTAP e gera o arquivo BPA-C para conferência e envio mensal.
A regulação pode visualizar vínculos territoriais e equipes próximas usando GPS, base operacional ou referência geográfica do bairro.
A área de atualizações reúne, em um só lugar, versões, marcos de produto e notas úteis para gestores.
A página de prova operacional agora apresenta histórico agregado, acervo de áudio, pontos de localização e volume operacional acumulado.
A telefonia do SAU recebeu ajustes de ICE, TURN, estacionamento e recuperação de chamadas para lidar melhor com redes reais.
A bateria de testes cobre fluxos críticos de telefonia, incluindo TARM, médico, fila, park, pickup e recuperação de chamadas.
A validação passou a ter rotinas de teste repetíveis e cenários controlados para telefonia, áudio, fila e terminais desktop.
O fluxo de chamada estacionada e retomada por médico recebeu persistência, cleanup e validação em cenários cloud.
A frente de telefonia cloud avançou com rotas de mídia, ramais por ambiente, park 8000-8099 e controle de dispositivos.
A base desktop passou por consolidação, geração de versões para Windows e Linux e publicação mais controlada dos aplicativos.
O softphone passou a usar credenciais temporárias de relay, seleção de servidores e perfil cloud com diagnóstico de rede.
A frente hospitalar passou a ter implantação mais controlada, com publicação automatizada, verificação de saúde do sistema e versões rastreáveis.
A distribuição de aplicativos ganhou changelog por versão, histórico navegável e comunicação mais clara para suporte e usuários.
A Inova integra câmeras embarcadas que cobrem a cabine e a área de atendimento, com gravação contínua e vídeo vinculado à posição da viatura no mesmo fluxo de rastreamento já em operação.
Um aplicativo móvel para o cidadão aciona a central 192 com envio automático da localização GPS e abre um canal direto com a regulação durante o atendimento, dispensando a descrição do endereço.
A ficha de atendimento pré-hospitalar passa a ser preenchida no aplicativo das equipes, com registro de medicamentos, sincronização em tempo real com a Central e consolidação automática no prontuário da ocorrência.
O 192 passa a contar com um tronco de voz redundante e failover automático, que escolhe rotas por prioridade entre os troncos ativos e mantém a chamada em pé sem depender de uma rota única. Em paralelo, a conectividade híbrida da viatura — rede móvel (4G/5G), satélite e Starlink com comutação automática onde a rede celular não chega — preserva posição GPS, acesso ao SAU em modo degradado e voz de emergência.
A central passa a acompanhar posição, velocidade e status de cada viatura em um mapa único, com playback de trajeto por período e alertas operacionais, integrado de forma bidirecional ao mapa de regulação.
A unidade móvel passa a transmitir posição, velocidade, status e eventos para a central em fluxo contínuo, com buffer local quando falta sinal e reenvio automático ao reconectar.
A camada de gestão de dispositivos passa a distribuir e atualizar remotamente os aplicativos das equipes e a aplicar políticas de senha, criptografia, bloqueio remoto e geofencing nos aparelhos gerenciados, formando a infraestrutura base para entregar ficha digital, app de campo e agente de rastreamento de forma controlada.
A interface passou a destacar estado de conexão, filas e troncos para apoiar diagnóstico rápido durante atendimento.
A rotina de atendimento recebeu retorno de ligação, ajustes de endereço e login/logoff de fila sem depender de discagem especial.
O mapa operacional passou a reunir status, GPS, chat de equipe e histórico para rádio operação e regulação.
O fluxo passou a capturar localização, traduzir endereço e melhorar precisão na abertura de chamados e no atendimento de população.
A frente médica recebeu melhorias de mapa, transferência, sinais vitais, histórico e organização das abas de regulação.
A interface médica recebeu mapa de ocorrência, melhorias de equipes ativas e campos de notificação de violência.
A rotina do chamado recebeu linha do tempo, telefone alternativo, logs de consulta médica e ajustes de edição.
O aplicativo das equipes ganhou um serviço de localização em primeiro plano que mantém o GPS ativo com o app minimizado ou a tela apagada, reinicia sozinho após o aparelho reiniciar e envia, junto da posição, a telemetria do dispositivo (nível de bateria e temperatura).
O atendimento passou por melhorias de busca, tradução de endereço, idade, cidade, bairro e campos clínicos básicos.
O módulo de chat evoluiu em TARM e população, com melhorias de exibição, ficha e comunicação associada à ocorrência.
A ficha de atendimento recebeu ajustes sucessivos de campos, notificações, impressão e visualização para uso operacional.
O histórico curado começa em julho de 2024, com a frente de ficha de atendimento e publicação de aplicativo.